Medo vende.
Explicando o Cristianismo em duas palavras
Medo vende.
Medo vende.
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Introdução
Desta vez, pela primeira vez, escrevo dentro deste assunto em Português, já que eu sempre escrevo sobre isso em Inglês e Alemão, mas nunca o escrevi em Português.
Contra a pilantragem e a alienação em massa promovida pelos sanguessugas eclesiásticos
Falando pura e simplesmente, a técnica que as igrejas mais variadas usam desde os primórdios, é te fazer tão fraco, submisso e com medo de tudo, o que termina por dar o controle inteiro da tua vida a eles, o que, em sua vez, por valores e condutas morais terminam por dar o controle a eles por proxy de toda a tua família, prole, e círculos sociais.
Isso resulta em dinheiro, vendas, poder, território, poder político e arrebanhamento de fiéis para a igreja e a instituição religiosa, desde a infância do mesmo, ou por conversão e/ou pressão social, o que acaba por tornar o indíviduo cliente da instituição, por uma vida inteira.
Eles vendem horrores, sem terem produto de valor algum para vender, o produto sem valor vira produto de valor na cabeça do fraco manipulado, que não entende o que estão fazendo com ele, porque a lavagem cerebral para valorizar o produto sem valor vem sendo feita todo dia, desde a infância. Ou como cura (abuso) do desespero pessoal do convertido.
Dos “convertidos“, eles se aproveitam do desespero dos mesmos, para arrebanhar do mesmo modo que eles fazem com o cliente que eles arrebanharam desde a infância.
Tornam um desesperado em um fraco, submisso e controlado. Primeira prova que eles são todos pilantras, alem de fazerem uso de um livro que o Império mais barbárico e sem escrúpulos que já existiu, o Império Romano, roubou de um judeu que eles mesmo mataram, e reescreveram a coisa toda convenientemente para salvar o Império de seu desmoronamento completo, o Novo Testamento.
Porque eles não abrem a igreja, a noite quando ela não funciona, todo dia, para ser abrigo de gente sem casa, sem-abrigos, mendigos, etc., para eles dormirem dentro, ao invés de só abrirem a porta da igreja para quem paga, e ainda fazerem questão absoluta de por na cara de tudo mundo a riqueza que eles tem, no meio de todos os retratos de dor e sofrimento que “decoram” a igreja?
Quem sofre mais que mendigos, gente sem-abrigo, e gente sem absolutamente nada?
Simpatia pelos fracos, quantos mais fracos, melhor – mas não miseráveis, cliente sem dinheiro ou sem força de trabalho, mesmo que seja força de trabalho para promover a loja em troca de nada – não serve para nada.
Caridade
A igreja em si e uma loja sem valor algum, feita por pilantras vagabundos, cujo talento não passa do talento julgado a um bando de medíocres arremedos de atores.
A promoção de seres fortes tem valor, agora a promoção de seres fracos e cegos por beneficio próprio, deveria não somente ser banida, ou explicitamente exposta ao que ela realmente e e permitir a entrada na mesma somente depois da maturidade do indivíduo, 18 anos, para ao menos dar a opção ao ser de entrar ou não, deveria ser qualificada como crime, como negocio desonesto e puramente mal-intencionado.
Já que eles não pagam imposto sobre arrecadações, porque todo mundo pode ser preso e investigado por lavagem de dinheiro, mas estes senhores santos e estas santas senhoras donas e devotas de uma causa tão pura, por lei, não?
Causa social
Estes inúteis eclesiásticos, ao invés de ajudarem a estabelecer a causa e fonte das ervas daninhas, cultivam e preservam um jardim infestado pelas mesmas. Caridade em si é um ato inútil, já que ela não ajuda em nada; ajuda temporária não é ajuda permanente, não é ajuda nem solução, é uma pílula para dor de cabeça elevada ao nível de ajuda milagrosa em uma luta contra um câncer.